Organizações independentes de mídia devem estar livres de qualquer influência governamental e empresarial, mas alguns jornalistas aceitam dinheiro por sua cobertura jornalística.
Como parte das comemorações pelo Dia Mundial da Liberdade de Imprensa que está ocorrendo em Washington, D.C. entre os dias 1° e 3 de maio, a Freedom House está apresentando o último relatório do índice de liberdade de imprensa.
Jornalistas estão debatendo a capacidade da mídia de criar notícias após a cobertura da queima recente do Alcorão nos Estados Unidos ter desencadeado violência no Afeganistão.
Restrições da China ao Google; o Wikileaks; a repressão dos regimes autoritários afetando a mídia social; e a interrupção do serviço de Blackberry. Estes foram os temas de um discurso de Hillary Clinton na semana passada. Junte-se a esta discussão e compartilhe o que pensa sobre o assunto.
No seu país, os jornalistas e agências de notícias são considerados legalmente responsáveis pelos comentários postados em seus sites? Você acha que deveriam ser? Por quê?
Programas de reportagem controversos na Alemanha e Estados Unidos atraem pedófilos em potencial para expor os criminosos e transmitir suas prisões pela TV. Estas organizações estão criando notícias em vez de informar?
O jornalismo sensor permite que redações capturem e reportem sobre os seus próprios dados, em vez de dependerem de governos ou de outras fontes. Essa prática crescente levanta questões de privacidade e segurança.
Os jornalistas cidadãos ajudam a cobrir revoluções, oferecem perspectivas pessoais sobre as últimas notícias e contam histórias que de outra forma não seriam divulgadas, mas como afetam o jornalismo freelance?
Trabalhar longas horas por pouco dinheiro e fazer tudo por uma boa história. Para alguns jornalistas, vale a pena. Para outros, o estresse é suficiente para deixar o jornalismo para trás.
Uma jornalista do jornal Guardian contou que conseguiu entrar no jornalismo graças a uma herança surpresa que lhe permitiu trabalhar em empregos de baixa remuneração e estágios não remunerados.
Jornalistas que seguem notícias de última hora acharam no Twitter uma ferramenta valiosa, mas a pressa de disseminar uma notícia às vezes cria desinformação.
Após o terremoto no Haiti, muitas reportagens realizadas no país mostraram jornalistas consternados e emocionados. Há espaço no jornalismo para repórteres expressarem emoção na cobertura de desastres?