As reportagens de cidadãos podem trazer contexto, nuance e uma ampla gama de vozes para o jornalismo. Mas muitas agências de notícias deveriam fazer mais para engajar o público.
Jornalistas culturais, incluindo escritores, críticos e acadêmicos que trabalham para revistas, jornais, rádio, televisão, novas plataformas de mídia ou qualquer outra forma de mídia, podem participar.
O jornalismo sensor permite que redações capturem e reportem sobre os seus próprios dados, em vez de dependerem de governos ou de outras fontes. Essa prática crescente levanta questões de privacidade e segurança.
Jornalistas empreendedores na América Latina superam obstáculos financeiros e a falta de recursos, enquanto experimentam novos tipos de mídias independentes.
Estamos muito animados em anunciar o lançamento do Projeto de Tradução Colaborativa da IJNet, que vai ampliar ainda mais nossos recursos e nos ajudar a alcançar mais jornalistas em todo o mundo.
Repórteres que cobrem saúde enfrentam vários desafios: desenvolver matérias que atraem atenção, transmitir informações sobre a ciência e políticas de uma forma que segure o público, e fazer tudo isso num ambiente midiático de prioridades competitivas.
Cerca de 200 agricultores indígenas em aldeias remotas estão usando telefones celulares para informar sobre a grilagem de terras, extração ilegal de madeira e desmatamento ilegal.
Como a organização Video Volunteers treina novos jornalistas em filmagem, edição e elaboração de reportagens para expor a corrupção e negligência do governo em 24 estados indianos.
A Africa Check, um site sem fins lucrativos que está entre os 20 vencedores do primeiro Desafio Knight de Inovação Jornalística Africana, promove precisão no debate público.